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CAPA fomenta meliponicultura em Verê com unidade de referência
4 de maio de 2020 Núcleo Marechal C. Rondon

O CAPA Verê implantou uma Unidade de Referência de Meliponicultura. O intuito é fomentar a atividade de criação de abelhas nativas sem ferrão no município e na região. A Unidade servirá de suporte para cursos, oficinas, dias de campo, visitação escolar e acúmulo de experiência técnica para a equipe do CAPA e de outras organizações parceiras. 

Segundo o assessor técnico Gabriel Rodrigues Lima, a atividade de criação racional das abelhas nativas contribui para o desenvolvimento sustentável, pois alia conservação das espécies ameaçadas de extinção, geração de renda e educação ambiental.  “A atividade é ancestral, sendo realizada pelos povos indígenas há milênios. Deve ser popularizada e inserida na propriedade rural fazendo parte da cadeia produtiva”, explica Gabriel.

A família escolhida para ser a guardiã e multiplicadora das espécies de abelhas foi a família Zanetti, que já tinha afinidade com a atividade. Antes do início do projeto, já haviam sete enxames de abelha Jataí na propriedade localizada na Linha Brasília, em Verê. Dois em troncos e cinco em caixas racionais.

Preparação da Unidade 

Através de recurso vindo da Alemanha, pelo projeto Mission EineWelt – ELKB, foi possível a aquisição de baldes de inox com peneiras para coleta de mel, formões de manejo e quatro enxames de abelhas das espécies Mandaçaia, Manduri, Tubuna e Mandaguari.

Os trabalhos na Unidade de Referência iniciaram em novembro do ano passado. A primeira tarefa foi preparar a unidade familiar para recepção dos enxames, com limpeza do terreno e colocação de palanques. Após condicionadas as caixas, visitas periódicas semanais foram feitas para acompanhamento e alimentação artificial dos enxames mais fracos, devido à necessidade de ambientação das abelhas que vieram de outras localidades. 

Também foram feitas caixas para divisão dos enxames fortes, iscas para captura de novos enxames e feito plantio de mudas de plantas melíferas. Em janeiro, foi realizado a divisão e acompanhamento dos enxames mais fortes. Durante esse processo, a família resgatou mais três enxames de abelha Irati que estavam em troncos que foram podados na região. E também adquiriu enxame da abelha Mandaçaia.

Seis meses depois 

Hoje, há exemplares de sete espécies diferentes de abelhas e um aumento em mais de quase 200% no número de enxames. “Isso reforça a premissa de que a atividade não só é uma grande aliada na conservação da natureza, como pode ser uma atividade paralela dentro da unidade familiar. Com baixo investimento e baixa mão de obra, se bem manejada, tem capacidade de fornecer grande retorno”, afirma Gabriel.

Abelhas ameaçadas

As abelhas são as grandes responsáveis pela reprodução de uma infinidade de espécies de plantas. Entre elas, 91 de interesse comercial. Sem o serviço de polinização das abelhas, espécies como maracujá, melancia ou melão simplesmente não existiriam mais. De acordo com relatório da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, o valor do serviço que polinizadores como as abelhas prestam à sociedade em apenas um ano é de cerca de R$ 43 bilhões.

Mesmo sendo fundamentais para o ecossistema, as abelhas estão ameaçadas. Um levantamento feito pela Agência Pública em 2019 apontou que, somente em três meses daquele ano, 500 milhões de abelhas haviam sido encontradas mortas por apicultores em quatro estados brasileiros (Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul). A causa, segundo especialistas, foi o contato desses insetos com agrotóxicos. 

Fotos: Gabriel Rodrigues Lima / Arquivo CAPA Verê

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